sexta-feira, 25 de setembro de 2020

ONYX É ACUSADO DE GRAVAR DEPUTADOS

 


No livro, Mandetta acusa o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, do que ele chamou de "pecado mortal" na política. Mandetta afirma que, em 2016, quando Onyx era deputado e relator das "10 medidas contra a corrupção", ele lhe confessou ter gravado parlamentares durante uma reunião na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo Mandetta, na ocasião Onyx era pressionado por parlamentares para alterar o texto original, proposto por procuradores da Lava Jato - e era este o teor das conversas supostamente gravadas.

Mandetta escreveu que Onyx lhe mostrou a gravação e fez ameaças aos parlamentares de que, se a pressão continuasse, iria vazá-la para a imprensa. Procurado, Onyx não respondeu.

(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo).

Fonte: Portal NOTÍCIAS AO MINUTO. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

MATA ATLÂNTICA: MPs DEFLAGRAM OPERAÇÃO NA BA E MAIS 16 ESTADOS PARA COIBIR DESMATAMENTO



 

Ministérios Públicos estaduais de 17 estados deram início nesta segunda-feira (21), à quarta edição da "Operação Mata Atlântica em Pé". A ação tem como objetivo coibir o desmatamento e proteger as regiões de floresta que integram o bioma da Mata Atlântica. A operação utiliza a tecnologia como aliada. Desde a primeira edição já usa Atlas da Mata Atlântica, sistema que monitora a situação do desmatamento em todos os municípios do bioma, realizado pela organização não governamental SOS Mata Atlântica em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, com uso de imagens de satélite. Neste ano, será utilizada também a Plataforma MapBiomas Alerta, um programa de alertas e emissão de relatórios de constatação de desmatamento que usa tecnologias de monitoramento e tratamento de dados desenvolvido pelo projeto MapBiomas, iniciativa multi-institucional que soma universidades, empresas de tecnologia e organizações não governamentais que realizam o mapeamento anual da cobertura e uso do solo no Brasil. Essa nova ferramenta possibilita a obtenção de imagens de satélite em alta resolução para a constatação de desmatamentos recentes, e sua utilização foi viabilizada por termos de cooperação diretos de alguns MPs e, em âmbito nacional, pela parceria da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), que tem termo de cooperação para o uso do MapBiomas Alerta.

         A operação reúne diversas instituições. Na Bahia, além do MP, participam os institutos Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), e a Polícia Militar. As atividades serão desenvolvidas nas regiões da Costa das Baleias, Costa do Descobrimento e Litoral Norte. Segundo o promotor de Justiça Fábio Fernandes, o intuito é identificar e responsabilizar adequadamente os infratores por supressões indevidas de vegetação.

         O Ministério Público do Paraná é quem coordena a operação em âmbito nacional, por meio do promotor de Justiça Alexandre Gaio, que atua no Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo do MPPR. O final das atividades está previsto para o dia 1º de outubro, com apresentação dos resultados no dia seguinte. 

         Na edição do ano passado foram vistoriadas 559 áreas, constatando-se mais de 5,4 mil hectares desmatados sem autorização dos órgãos públicos, o que resultou na aplicação de R$ 25 milhões em multas.

Participam da operação os MPs de todos os estados brasileiros que abrigam o bioma da Mata Atlântica: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. O bioma ocupa uma área de 1.110.182 Km², equivalente a 13,04% do território nacional, e abriga diversas formações florestais (floresta ombrófila densa, floresta ombrófila aberta, floresta estacional semidecidual, floresta estacional decidual e floresta ombrófila mista, também denominada de Mata de Araucárias), além de ecossistemas associados (restingas, manguezais, campos de altitude, brejos interioranos e encraves florestais).

Fonte: Portal BAHIA NOTÍCIAS.   

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

 PGR DENUNCIA WITZEL E MAIS 11 POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Witzel nega envolvimento em atos de corrupção e afirma que a remoção dele do cargo não se justifica.



      A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou hoje (14) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) denúncia contra o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e mais 11 pessoas por organização criminosa. 

Além de pedir a condenação dos investigados, a subprocuradora-geral Lindôra Araújo quer o pagamento de indenização mínima de R$ 100 milhões em danos materiais e coletivos e a perda do cargo público do governador. 

No mês passado, Witzel foi afastado do cargo por 180 dias em uma decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ. O afastamento foi determinado no âmbito da Operação Tris in Idem, um desdobramento da Operação Placebo, que investiga atos de corrupção em contratos públicos do governo do Rio de Janeiro.

Na denúncia apresentada hoje, a PGR argumenta que as investigações realizadas nas operações e delações premiadas que fazem parte do inquérito apontam que os denunciados participaram de uma organização criminosa que se estruturou para desviar recursos. 

"Na área da saúde o grupo instituiu um esquema de geração de uma espécie de caixinha para pagamentos de vantagens indevidas aos agentes públicos da organização criminosa, principalmente por meio do direcionamento de contratações de organizações sociais e na cobrança de um pedágio sobre a destinação de restos a pagar aos fornecedores", afirma Lindôra Araújo. 

Em agosto, Witzel sofreu a primeira denúncia da PGR, na qual foi acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. 

Witzel nega envolvimento em atos de corrupção e afirma que a remoção dele do cargo não se justifica. “Reafirmo minha idoneidade e desafio quem quer que seja a comprovar um centavo que não seja fruto do meu trabalho e compatível com a minha renda”, postou em uma rede social. 

Fonte: Portal NOTÍCIAS AO MINUTO.

COMENTANDO A NOTÍCIA: Pelo que tem apurado a Procuradoria Geral da República até agora, o nobre cidadão Wilson Witzel, que se elegeu nas últimas eleições a governador do Rio de Janeiro, ainda estando, portanto, no seu primeiro mandato, já pôs as unhas de fora e se organizou com amigos diversos para conquistar mais dinheiro do que aquele que a Constituição da República lhe diria ser possível no exercício do cargo. “Foi com muita sede ao pote’, segundo um velho adágio popular muito utilizado por estas áreas.

O mais interessante é que todo esse grupo denunciado atualmente pela PGR, sabe tanto quanto o povo brasileiro que o governador e o vice desse mesmo estado, anteriores ao doutor Witzel, estão pagando ainda hoje na prisão ou usando tornozeleira eletrônica se em prisão domiciliar, por terem cometido desatinos contra os cofres públicos do Rio de Janeiro.

É de lamentar que fato dessa natureza se repita logo depois de se ter passado por uma administração corrupta, como se os atuais governantes não acreditassem que a justiça esteja de olhos bem abertos, pelo que damos graças a Deus, contra possíveis gestos desse tipo deplorável, que só trouxe desgraça a quem o praticou e muito mais misérias ao povo sofrido a quem falta tudo por conta de desmandos dessa natureza.

DIA DA CACHAÇA: SAIBA MAIS SOBRE A HISTÓRIA E CURIOSIDADES DESTA BEBIDA 



Treze de setembro é o Dia Nacional da Cachaça, o destilado mais apreciado no Brasil e o terceiro mais consumido no mundo.

Minas Gerais é o maior produtor de cachaça artesanal do país, com 200 milhões de litros por ano (50% da produção nacional neste segmento). No Estado, a atividade é responsável pela geração de mais de 100 mil empregos diretos e cerca de 300 mil indiretos.

As agroindústrias de cachaça estão distribuídas em quase todas as regiões de Minas Gerais, mas a maior concentração está na regional de Salinas, no Norte do estado, com 312 estabelecimentos que possuem reconhecimento como indicação geográfica para a produção da bebida.

As exportações mineiras de cachaça geraram, em 2018, receita de aproximadamente US$ 700 mil, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Estados Unidos e Uruguai foram os principais mercados para o produto mineiro.

 


História
 – A criação do Dia Nacional da Cachaça, em 2009, é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac). O 13 de setembro foi escolhido em homenagem à data em que a cachaça foi oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil, no ano de 1661.

Porém, esta legalização só foi possível depois de uma revolta popular, ocorrida no Rio de Janeiro, contra as imposições da Coroa Portuguesa, conhecida como “Revolta da Cachaça”. Até então, a Coroa criava impedimentos para a produção de cachaça no país porque queria que a bebida fosse substituída pela bagaceira, aguardente típico de Portugal.

 


CURIOSIDADES
. Critérios – Para ser considerada cachaça, a bebida deve atender aos seguintes critérios da Instrução Normativa 13/2005, do Ministério da Agricultura: aguardente de cana produzido no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume, a 20ºC, obtida a partir da destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar, com características sensoriais peculiares e podendo ser adicionada a açúcares em até 6 g/l.

 

Produção – A cachaça pode ser fabricada em dois tipos de processos: industrial e artesanal. A produção industrial ocorre em grande escala, em colunas de aço inox com bateladas contínuas. Já a produção artesanal, conhecida popularmente como “cachaça de alambique”, é realizada em escala menor, em alambique de cobre e de forma descontínua.

 

Apelidos – A bebida é conhecida por vários nomes e alguns deles são bastante curiosos, como “mata-bicho”, “branquinha”, “parati”, “bicha”, “água que passarinho não bebe”, “marvada”, “veneno” e “boa”.

Fonte: Portal S1.

 

JOÃO AZEVEDO ASSINA ORDEM DE SERVIÇO PARA ASFALTAMENTO DE ACESSO AO DISTRITO DE  CACHOEIRA DOS GUEDES



O governador João Azevêdo assinou, nesta segunda-feira (14), a Ordem de Serviço para recapeamento asfáltico do acesso ao distrito Cachoeira dos Guedes, em Guarabira. A obra representa um investimento de R$ 3,1 milhões e vai beneficiar principalmente os motoristas de caminhões de cargas pesadas que circulam diariamente no local.

Durante o programa Fala, Governador, transmitido pela Rádio Tabajara em cadeia estadual de rádios, o governador João Azevêdo anunciou a autorização da obra. “Essa é uma obra importante que vai atender um sonho de anos e anos da população que tem uma área de produção extremamente importante naquela região. Essa obra, tenho certeza, que vai ao encontro do anseio dos moradores daquela área de Cachoeira do Guedes”, afirmou.

A obra, conforme o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), consistirá na recuperação do calçamento e recapeamento asfáltico em CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente) da estrada que liga a PB-073 até o centro do distrito de Cachoeira dos Guedes, numa extensão de 2,1 km. Ainda será implantada sinalização horizontal e vertical e reforço da drenagem profunda e das galerias.

O chefe do Executivo Estadual ainda citou algumas obras de infraestrutura que estão sendo realizadas pelo Governo do Estado. “São obras que estão acontecendo pelo estado. Já temos, só para exemplificar, a pavimentação em Quixaba; a travessia asfáltica de Alagoa Grande; a pavimentação ao Ciretran de Cajazeiras; autorizei a restauração da rodovia entre Paulista e São Bento; a ponte sobre o rio Piranhas também em São Bento e muitas outras”, pontuou o governador.

FONTE: Portal INDEPENDENTE.