sexta-feira, 22 de junho de 2018

TEMER E AÉCIO TENTAM USAR INDICIAMENTO DE MILLER PARA ANULAR DELAÇÃO



O presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teriam se reunido na noite de quinta-feira (21) para discutir estratégias para contestar as delações premiadas do empresário Joesley Batista e do ex-executivo Francisco de Assis, ambos da J&F.
De acordo com informações do blog da jornalista Andreia Sadi, do G1, os políticos devem tentar usar o indiciamento pela Polícia Federal do ex-procurador Marcelo Miller para invalidar provas do caso.
Segundo investigação da PF, Miller executivos da empresa, mas não teria orientado Joesley a gravar conversas com políticos. As defesas de Temer e Aécio devem usar o argumento de que o ex-procurador fez jogo duplo no na negociação da colaboração dos executivos da J&F.
O encontro entre Temer e Aécio ocorreu na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e não constava na agenda oficial do presidente. Procurado, o Planalto não se pronunciou. A assessoria do tucano informou que o processo envolvendo o ex-procurador não foi discutido no encontro. "O senador Aécio Neves afirma que essa versão é fantasiosa. Este assunto não foi tratado no jantar", acrescentou, sem detalhar a pauta da reunião. Fonte: Notícias ao Minuto.

DEFESA DE LULA SE DIZ SURPRESA COM DECISÃO DE FACHIN



O criminalista José Roberto Batochio, um dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se disse surpreso com a decisão dos ministros Edson Fachin de retirar da pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de liberdade do petista, que seria avaliado na próxima terça-feira, 26.
"É absolutamente surpreendente", disse Batochio à reportagem no início da noite desta sexta-feira. O advogado comentou também que ainda não teve acesso à decisão, mas que "dizer que o fato de ter sido negado o trânsito prejudica o pedido não tem cabimento".
Em sua decisão, assinada nesta sexta-feira, Fachin apontou a "alteração do quadro processual" após a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). "Com efeito, a modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste Supremo Tribunal Federal, revelando, por consequência, a prejudicialidade do pedido defensivo", escreveu o ministro.
A decisão de Fachin veio após a vice-presidente do TRF-4, Maria de Fátima Freitas Labarrère, rejeitar à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a possibilidade de recorrer ao STF contra a condenação na Operação Lava Jato. A desembargadora, no entanto, admitiu que o petista impetre recurso especial junto ao Superior Tribunal de Justiça contra a sentença de 12 anos e um mês no caso triplex.
Batochio notou que a rejeição do prosseguimento dos recursos já era algo esperado pela defesa do ex-presidente, que pretendia entrar com um agravo já na segunda-feira. Já a decisão deixa os advogados de Lula, pelo menos por enquanto, sem estratégia sobre os próximos passos. "Esse é um fato absolutamente novo, precisamos saber qual o teor do despacho dele, como isso chegou ao Supremo. A velocidade (da decisão de Fachin) é espantosa, é uma coisa inédita", disse. Fonte: Notícias ao Minuto.

FACHIN ARQUIVA PEDIDO DE LIBERDADE DE LULA; CASO SERIA JULGADO PELO STF NA TERÇA



O ministro Edson Fachin decidiu arquivar nesta sexta-feira (22) o pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A solicitação seria julgada na próxima terça (26) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o G1, o entendimento do ministro foi de que, como o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) já havia rejeitado enviar recurso contra a condenação de Lula ao Supremo, o pedido da defesa ficou “prejudicado”. "Verifico a inadmissão superveniente do aludido recurso excepcional, providência que acarreta a alteração do quadro processual e, a meu ver, revela a indispensabilidade de prévio cotejo e debate da decisão proferida pela Vice-Presidência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região mediante o respectivo agravo em recurso extraordinário. Vale dizer, o exame do recurso extraordinário referido pela defesa, no atual cenário processual, imprescinde da propositura e provimento de recurso próprio", decidiu o ministro. No pedido feito pela defesa, além da solicitação de liberdade, constava também um requerimento para conceder a Lula prisão domiciliar, caso ele não fosse solto e nem autorizado a recorrer. Outra possibilidade foi a aplicação de medidas cautelares diversas, como uso de tornozeleira eletrônica. O ex-presidente está preso desde abril na Polícia Federal em Curitiba (PR), após ser condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão, em regime inicialmente fechado. Fone: BN – Bahia Notícias.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

JOGADOR DA COLÔMBIA RECEBE AMEAÇAS APÓS EXPULSÃO RELÃMPAGO NA COPA



A emissora colombiana BLU Radio informou nesta quinta-feira (21) que a polícia do país está investigando ameaças feitas, nas redes sociais, contra o volante Carlos Sánchez, expulso aos três minutos do primeiro tempo de jogo após colocar a mão na bola dentro da área na derrota por 2 a 0 diante do Japão, na estreia da seleção no Mundial.
As autoridades tentam descobrir a origem das ameaças contra o atleta da Colômbia.
Vale lembrar que em 1994, o também colombiano Escobar foi assassinado após a disputa do Mundial dos Estados Unidos, quando a seleção do país caiu na primeira fase da competição. O zagueiro fez um gol contra.
O crime ocorreu em Medellín. Escobar tinha 27 anos na época. Fonte: Notícias ao Minuto.

sábado, 16 de junho de 2018

INVESTIDORES ESTRANGEIROS JÁ RETIRARAM R$ 17 BILHÕES DO BRASIL



Toda a instabilidade econômica e social que o Brasil vem passando, já fez com que os investidores estrangeiros retirassem R$ 17,6 bilhões do país, desde fevereiro deste ano. Eles passaram a evitar o risco e se desfazem das ações que compraram por cá.
De acordo com a publicação do 'G1', o pior mês foi em maio, sob efeito da greve dos caminhoneiros. Naquele mês, eles resgataram um volume recorde de R$ 8,4 bilhões da B3 (criada em março de 2017 como fruto da combinação entre a BM&FBOVESPA e a Cetip). Já nos primeiros 13 dias de junho, saíram da bolsa mais R$ 4 bilhões.
“Os estrangeiros já vinham desconfiados com o Brasil e os desdobramentos da greve só aceleraram a decisão de deixar a bolsa”, explica Alexandre Póvoa, presidente e sócio da Canepa Asset Management em entrevista ao 'G1' .
A saída de Pedro Parente do comando da Petrobras e a indefinição sobre a política de preços da estatal também foram fatores que contribuíram para a retirada de investimentos. Para fechar, em ano de corrida eleitoral, o fato de candidatos não incluírem em suas propostas as reformas vistas como necessárias para equilibrar as contas do governo também reforçam o mal momento da Ibovespa. Fonte: Notícias ao Minuto.