O
tricampeão da Fórmula 1, de origem brasileira, ainda é um dos maiores ídolos
esportivos para os cariocas. Ayrton Senna da Silva morreu a 1 de maio de 1994
em Imola, na Itália.
Ninguém
consegue esquecer o prodígio que detinha a maioria dos recordes da Fórmula 1 e
o tricampeão que ganhou o primeiro título no Estoril, em Portugal. Seja pela
sua condução ou pelo carisma, Ayrton Senna era seguido e admirado por fãs de
todo o mundo.
Se
ele foi o melhor do mundo, a sua morte deu lugar ao então jovem Michael
Schumacher, já na altura também ele um prodígio. Mas Ayrton não é esquecido. O
piloto brasileiro relembra a qualidade profissional de Senna e da sua
especialidade: condução na chuva.
Em
10 anos, entre 1984 e 1994, Ayrton Senna disputou 161 prêmios, ganhando 41 e
ficando na “pole position” 65 vezes. Ele esteve ainda em 80 pódios e na frente
da corrida em mais de 3.000 voltas. Nada disto é recorde atualmente, graças a
Schumacher.
Senna
passou grande parte da sua carreira fulminando adversários em seu Mclaren e foi
a troca para a Williams, na altura em ascensão, que por muitos apontam ter sido
o início do fim para o brasileiro. A 1 de maio de 1994 em Itália, Imola, em
evento transmitido pelo mundo inteiro, Senna perde o controle do carro e sai da
pista.
As
imagens mostraram o descontrole e o inevitável embate e o corpo de Ayrton
Senna, imóvel. Equipes de socorro correram para o local mas era claro para
todos os que assistiram, no local ou pela televisão: Ayrton Senna tinha morrido.
20
anos depois e com o atual recordista Michael Schumacher em coma devido a um
acidente de esqui, o mundo relembra um dos mais importante icones do esporte no
geral e do automobilismo em particular. Para os brasileiros, esse sentimento é
sem número de vezes mais forte.
Fonte: NOTÍCIAS AO MINUTO
