CHUVAS NA REGIÃO E GUARABIRA
Desde sexta-feira, 17, as chuvas caem intensamente nas regiões Agreste, Brejo e Curimataú da Paraíba, alegrando a muitos agricultores e trazendo apreensão aos moradores das cidades ai localizadas, sobretudo, àqueles que residem nas periferias, onde as casas são mais humildes e oferecem menos segurança aos seus proprietários ou simplesmente moradores.
Em Guarabira, por exemplo, até este domingo, 19, não há registros de problemas mais sérios por conta das chuvas a exemplo de queda de prédios ou casas residenciais.
O nosso Corpo de Bombeiros, instalado no centro de Guarabira, desde sexta-feira intensifica o trabalho de vigilância e assistência aos bairros, zona rural e centro, na busca constante de solucionar problemas caso aconteçam, através do trabalho competente dos seus soldados heróis, procurando sanar as situações delicadas que venham a afligir a população guarabirense e de outros municípios sob sua atuação.
Na sexta-feira, como sempre acontece nos dias de invernadas mais fortes, o centro comercial de Guarabira, avenida dom Pedro II, antiga rua da Lagoa, foi invadida mais uma vez pelas águas que não encontram escoadouro suficiente para conduzi-las até o rio que corta a cidade, por exemplo.As futuras administrações municipais vão ter necessariamente que se debruçar sobre projeto que possa elucidar essa situação, sem dúvida alguma, pois não se concebe mais uma cidade do porte da nossa se deparando com tal dificuldade e causando transtornos a todos os que nela moram ou que a frequentem para solucionar suas dificuldades em termos de saúde, serviços, educação e comércio.
Outro cuidado precisa ser tomado com as árvores da espécie algaroba, cientificamente conhecidas como Prosopis Juliflora, que sempre causam desconforto à população e transeuntes, principalmente, pois as suas raízes não são profundas o suficiente para fixação no solo, enquanto as copas absorvem muita água e sob peso mais forte vêm ao chão quase sempre, podendo a qualquer momento ocasionar acidentes de proporções consideráveis. O seu tamanho sempre é variável entre 10 e 20 metros e se adéqua muito bem a terrenos salobros.A espécie foi introduzida no país e se adaptou satisfatoriamente Caatinga, se transformando nos períodos de grandes estiagens em alimento para os rebanhos, enquanto as suas flores são apreciadas por insetos e particularmente pelas abelhas.
Quando a prefeitura realiza a sua poda, geralmente antes do período invernoso, sempre recebe críticas por parte da população porque as árvores são muito desgalhadas, chamando a atenção, é claro. E quando não é feito esse trabalho, no período invernoso recebe água das chuvas, acumulando uma boa parte e como as suas raízes são rasas, caem facilmente, principalmente se há ventanias.
Talvez, no futuro, substituí-las seja uma melhor opção. Que as novas administrações futuras, façam as renovações necessárias ao desenvolvimento da urbe.
FONTES: focadoemvoce.com
portalindependente.com