domingo, 19 de fevereiro de 2012

CHUVAS NA REGIÃO E GUARABIRA

Desde sexta-feira, 17, as chuvas caem intensamente nas regiões Agreste, Brejo e Curimataú da Paraíba, alegrando a muitos agricultores e trazendo apreensão aos moradores das cidades ai localizadas, sobretudo, àqueles que residem nas periferias, onde as casas são mais humildes e oferecem menos segurança aos seus proprietários ou simplesmente moradores.

Em Guarabira, por exemplo, até este domingo, 19, não há registros de problemas mais sérios por conta das chuvas a e
xemplo de queda de prédios ou casas residenciais.

O nosso Corpo de Bombeiros, instalado no centro de Guarabira, desde sexta-feira intensifica o trabalho de vigilância e assistência aos bairros, zona rural e centro, na busca constante de solucionar problemas caso aconteçam, através do trabalho competente dos seus soldados heróis, procurando sanar as situações delicadas que venham a afligir a população guarab
irense e de outros municípios sob sua atuação.

Na sexta-feira, como sempre acontece nos dias d
e invernadas mais fortes, o centro comercial de Guarabira, avenida dom Pedro II, antiga rua da Lagoa, foi invadida mais uma vez pelas águas que não encontram escoadouro suficiente para conduzi-las até o rio que corta a cidade, por exemplo.

As futuras administrações municipais vão ter necessariamente que se debruçar sobre projeto que possa elucidar essa situação, s
em dúvida alguma, pois não se concebe mais uma cidade do porte da nossa se deparando com tal dificuldade e causando transtornos a todos os que nela moram ou que a frequentem para solucionar suas dificuldades em termos de saúde, serviços, educação e comércio.

Outro cuidado precisa ser tomado com as árvores da espécie algaroba, cientificamente conhecidas como Prosopis Juliflora, que sempre causam desconforto à população e transeuntes, principalmente, pois as suas raízes não são profundas o suficiente para fixação no solo, enquanto as copas absorvem muita água e sob peso mais forte vêm ao chão quase sempre, podendo a qualquer momento ocasionar acidentes de proporções consideráveis. O seu tamanho sempre é variável entre 10 e 20 metros e se adéqua muito bem a terrenos salobros.

A espécie foi introduzida no país e se adaptou satisfatoriamente Caatinga, se transformando nos períodos de grandes estiagens em alimento para os rebanhos, enquanto as suas flores são apreciadas por insetos e particularmente pelas abelhas.

Quando a prefeitura realiza a sua poda, geralmente antes do período invernoso, sempre recebe críticas por parte da população porque as árvores são muito desgalhadas, chamando a atenção, é claro. E quando não é feito esse trabalho, no período invernoso recebe água das chuvas, acumulando uma boa parte e como as suas raízes são rasas, caem facilmente, principalmente se há ventanias.

Talvez, no futuro, substituí-las seja uma melhor opção. Que as novas administrações futuras, façam as renovações necessárias ao desenvolvimento da urbe.

FONTES: focadoemvoce.com
portalindependente.com