Há quem diga, sabiamente, que fazemos ou criamos filhos ou um ente querido para um dia os ceder ao mundo, até porque é preciso que conheçam os seus segredos sempre ocultos nas "esquinas ou curvas" da vida, e assim possam se defender quando chegar o momento, sobretudo se não mais estivermos aqui, levados pelo emissário do Senhor.
Como estou mandando uma para o mundo Sumé, no Cariri paraibano, para estudar engenharia de bio-sistema, não achando palavras, faço minhas as do poema que transcrevo na íntegra, desejando-lhe felicidades mil e sucesso, muito sucesso mesmo.
Como estou mandando uma para o mundo Sumé, no Cariri paraibano, para estudar engenharia de bio-sistema, não achando palavras, faço minhas as do poema que transcrevo na íntegra, desejando-lhe felicidades mil e sucesso, muito sucesso mesmo.
AUSÊNCIA QUE FALA
Uma cadeira vazia;
Um vazio no canto da sala;
A sala que perdeu a magia.
O silêncio da voz que não fala,
Saudade da voz que ali se ouvia,
Felicidade indo embora na mala.
Um espaço aberto,
Uma ausência sentida.
Um extático e distante olhar incerto,
E sua busca perdida,
Num ponto fixo no canto da sala.
No canto da sala, no cheio do nada,
Numa cadeira vazia a ausência sofrida!
O sorriso que falta a iluminar o ambiente,
Deixando presente a sua partida.
Um vazio no canto da sala;
A sala que perdeu a magia.
O silêncio da voz que não fala,
Saudade da voz que ali se ouvia,
Felicidade indo embora na mala.
Um espaço aberto,
Uma ausência sentida.
Um extático e distante olhar incerto,
E sua busca perdida,
Num ponto fixo no canto da sala.
No canto da sala, no cheio do nada,
Numa cadeira vazia a ausência sofrida!
O sorriso que falta a iluminar o ambiente,
Deixando presente a sua partida.