sábado, 23 de junho de 2012

O TRÂNSITO NAS BRs PARAIBANAS

Ontem precisei de me deslocar com a família, até Campina Grande, cidade em rebuliço graças às festividades juninas iniciadas desde 1º deste mês. A constância das chuvas não me obrigou a desistir da pretensão e, assim, dei prosseguimento à ideia de ir apanhar um neto que queria vir passar as férias na casa do pai. E a nteo não se deve faltar, recomenda o bom senso.

O transito entre João Pessoa e Campina Grande, através da BR 230, se mostrava intenso assim que saímos da rodovia de Juarez Távora e a adentramos, sob chuva frequente. Como se sabe, a rodovia é muito boa e permite o fluir do tráfego de veículos com uma certa regularidade, porém, o volume de automóveis aconselhava muita prudência.

Apenas após o posto da Polícia Rodoviária Federal nas proximidades de Campina, é que o trânsito ficou um pouco pesado, praticado em fila dupla até a entrada da cidade, em virtude do grande número de veículos que certamente, muitos deles, conduziam os seus passageiros para se divertirem no grande arraial instalado pela Secretaria de Turismo e Prefeitura Municipal no Parque do Povo, onde diariamente se apresentam atrações regionais e brasileiras, derramando o som do forró por todos os recantos e animando turistas e participantes diversos.

Aproveitando o ensejo, faço aqui uma observação que acredito ser do interesse de todos os precisam trafegar pelas BRs do Brasil e da nossa Paraíba, principalmente: por que as lombadas sobre elas não são todas pintadas devidamente, para facilitar a vida dos motoristas e passageiros? Já se acha um absurdo ter de repente que se deparar com uma delas, imagine-se sem pintura alguma, forçando por vezes alguns automóveis a darem verdadeiros pulos sobre elas, isso quando não quebra a suspensão ou não causa outro tipo de problema.

Paga-se uma imensidade de impostos e não se vê retorno, e não se pode continuar admitindo a omissão dos governantes, de forma silenciosa e pacata. É preciso uma reação de todos que são contribuintes de forma direta ou indireta. Não apenas uma parcela do povo é que deve reclamar porque dá ideia de acomodação popular.

Quanto ao resto, pelo menos dá para ir suportando. Vamos reclamar!!!