quinta-feira, 16 de julho de 2015

102 ANOS DE NASCIMENTO DE RODOLFO GOMES PEDROSA. (16/07/1913- 16/07/2015)



Por Ana Maria Pedrosa Barreto (filha)

Em 16.01.1913, na fazenda Angico Bonito, Belém–PB, nascia Rodolfo Gomes Pedrosa, segundo filho de Feliciano Gomes Pedrosa e Ana Gonçalves Pedrosa.  Menino obediente, inteligente e de índole maravilhosa. Pena que com 1 ano de idade o seu pai Feliciano Pedrosa, foi a óbito, tendo sido criado por sua genitora com auxilio de um tio materno, Antonio Gregório. 

Continuaram morando na roça e estudou em Belém, tendo como professor Astrogildo de Paula e a senhora Nazinha Pedrosa, que como mestres muito contribuíram na sua formação cultural.




Rapaz de boa índole, honesto e trabalhador, era cobiçado por muitas moças da sua época, mas coube a Severina Maia Pedrosa (Vivi Pedrosa) a conquista do seu amor, casando-se em 25/12/1947, na cidade de Natal-RN onde ele residia. Dessa união nasceram dois filhos Eriberto Maia Pedrosa (fiscal da defesa Agropecuária–PB) e Ana Maria Maia Pedrosa Barreto (professora da rede estadual de ensino, na Escola Estadual Eng.ª. Márcia Guedes A. de Carvalho), casada com José Reginaldo Pedrosa Barreto (agropecuarista) e dessa união nasceram, Rodolfo Gomes Pedrosa Neto, (agropecuarista), Angélica Mayara Maia Pedrosa Barreto, (enfermeira do SAMU, Belém e Serraria, deste estado da Paraíba) e Anna Macyara Maia Pedrosa Barreto (estudante do curso de Zootecnia UFPB, Campus de Areia-PB).

O casal Rodolfo (falecido) e Vivi Pedrosa moram em Rua Nova distrito de Belém–PB, onde ele foi empresário no ramo de arroz e pecuarista. Homem simples e de gestos nobres, acolhedor e sincero, amigo de todas as horas, essas qualidades fizeram com que seus amigos o elegessem prefeito do município de Belém, com mandato compreendido entre 1963-1967. 

Grande prefeito na época de poucos recursos financeiros, quando nem se ouvia falar em Projetos e Emendas. Construiu muitas obras na cidade e na zona rural, na cidade ressalva-se a Praça 06 de Setembro, a mais moderna e bonita da época e a Lavanderia Pública no Açude do Tribofe, para que as senhoras com menos recursos lavassem suas roupas (pena que essas obras foram destruídas por administração posterior).
 
As portas da prefeitura eram abertas para seus amigos correligionários e adversários. Terminado o mandato ele voltou para a terra Rua Nova, que tanto amou e o viu crescer junto a sua família. Ali passou a , continuar as suas atividades econômicas e atendendo os que o procuravam.

Foi adjunto de promotor (cargo nomeado pelo governo do estado, tendo substituído o promotor de justiça em suas férias ou impedimentos legais).

Aos 14/12/1997, no leito de seu quarto falece Rodolfo Gomes Pedrosa,, na companhia da sua esposa, filhos, genro e amigos, que ainda hoje o pranteiam. 

Por ele - Rodolfo Pedrosa - continua muito vivo o amor dos filhos, da esposa Vivi, do genro (Reginaldo) e netos.