Também o governador de São Paulo, João Doria,
afirmou que não é possível pensar em eventos como o carnaval e o réveillon sem
uma vacina.
O prefeito de São Paulo,
Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta quarta-feira, 15, que ainda deve analisar se
o réveillon e o carnaval do ano que vem vão ocorrer na cidade. Durante uma
entrevista em Itaquera sobre a revitalização da avenida Jacu Pêssego, ele disse
que no caso da festa de ano-novo a expectativa é de uma definição nos próximos
dias. Covas também afirmou que está discutindo como poderiam ser a Parada do
Orgulho LGBT e a Marcha Para Jesus, eventos que costumam ter a participação de
milhares de pessoas.
Sobre o carnaval, Covas afirmou que são necessários no mínimo
seis meses de organização. "Estamos discutindo com as escolas de samba a
possibilidade de adiamento e com outras prefeituras", disse o prefeito.
Ele falou que também conversou com o prefeito de Salvador, ACM Neto
(Democratas), para que essa decisão seja tomada conjuntamente com outras
grandes cidades do Brasil.
Também nesta quarta-feira, o governador de São Paulo, João
Doria (PSDB), afirmou que não é possível pensar em eventos como o carnaval e o
réveillon sem uma vacina. Infectologistas e especialistas em eventos esportivos
concordam que não é possível liberar atividades que envolvam grande número de
pessoas e aglomerações sem que exista uma cura para o coronavírus.
FONTE: PORTAL
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